sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Semana Gratuita


E porque também queremos dar-te uma prendinha, vamos oferecer uma semana, no nosso open space, ao seguidor do facebook nº 1.000!

Quem ganhar esta semana pode, por sua vez, oferecê-la a quem quiser :)





terça-feira, 10 de dezembro de 2013

SONHA TORRES VEDRAS VIVE


Foi realmente um fim de semana fora do vulgar.

Este fim de semana fabuloso brotou da oportunidade de convidarmos a Lara Rodrigues, mais especificamente o movimento WOOL, para promover uma acção de arte urbana colaborativa em Torres Vedras.




Já Admiradores do trabalho da WOOL e sobretudo das ações com um cariz comunitário e social, como a Lata 65, nasceu a COOPER. ARTE. Fomos contagiados pelo talento e pela faceta humana da Lara, Pedro, Elisabet e o pequeno Daniel :) . De um par de conversas e e-mails trocados lá fomos fintando as burocracias incontornáveis para acções deste tipo, mantendo a persistência e resiliência até ao dia D. Agradecemos à REFER e Câmara Municipal pelo incentivo e autorizações. 

Como somos um grupo de profissionais independentes e empresas que se encontram a iniciar a sua atividade, ou mesmo algumas que persistem e querem crescer, quisemos lançar o debate sobre a importância das paixões, sonhos de criança, vocações, experiências e aspirações profissionais. Quisemos fazê-lo de forma diferente e com a possibilidade de fazê-lo com a comunidade, com pessoas resilientes mas também com importantes desafios sociais, onde a troca de experiências e a aprendizagem colaborativa pudessem estar bem presente e fizessem bem a todos!



Convidámos assim um grupo de crianças e jovens do Centro de Intervenção Comunitária de Boavista de Olheiros e um grupo de seniores de diferentes freguesias do concelho, que fazem parte do programa Clube Sénior, promovido pela Câmara Municipal de Torres Vedras.

Chegado o dia D, (30 de Novembro) ninguém sabia muito bem para o que vinha, apenas que o mote era a arte urbana, isto é pintar o muro devoluto com latas irreverentes para fazer qualquer coisa.

Uns mais envergonhados do que outros, entraram pela Cooperativa Cowork adentro, esgrimindo o frio e inércia bem típica de fim de semana, mostrando desde logo que se tratavam de pessoas extraordinárias. Todos eles com olhares em estreia vieram com os seus petiscos caseiros, pensando com certeza que a fome poderia apertar no meio de tanta pintura :).



Ressaltou desde logo o enorme contraste de gerações, onde o mais velho devia rondar talvez os 80 anos e o mais novo talvez os 8 anos. Enquanto esperavam pelo início da atividade, uns jogavam ping-pong, fizeram puzzles e outros juntaram-se à volta do calorífico como se de uma pequena fogueira se tratasse. Todos esperavam por aquilo que ninguém sabia bem o que era, mas ali estavam com uma animação e calhandrice saudável.

No início das formalidades, apresentação dos fantásticos projetos da Wool, houve esgares de estranheza, expressões de admiração dos diferentes trabalhos de artistas urbanos nacionais e internacionais.


No debate colaborativo, surgiram histórias de trabalho, sonhos da pequenada do futuro como adultos e desejo dos mais velhos em ter novos desejos que os aproximem cada vez mais daquilo que gostam desde sempre e que nem sempre tiveram a oportunidade de experimentar.

“Eu quero ser bombeiro quando crescer”

“E eu gostava de ainda poder ser cozinheira, à séria!”  :)

(Tocou-me a partilha de conhecimento, o fato de nos meus 32 anos confidenciar o meu desejo de aprender a fazer pão num verdadeiro forno de lenha, e mais do que um Google avançado tive proposta de ensino doméstico, com direito a receita manuscrita com os truques de quem realmente sabe)


Todos estes desejos foram a seguir lançados para a folha branca, na exploração das suas ideias gráficas, onde apenas uma regra existia: “Não vale dizer que não sei desenhar ou que não tenho jeito para isto!”. Para alguns foi mais difícil do que outros, mas cada um a seu ritmo, com diferentes esboços, chegaram a desenhos lindos.

Aviões, Sereias, Cabras, Tractores, Planetas, Carro dos Bombeiros, Flores e mais Flores, Robots, Casas de Família, Corações e mais Corações. Tanta diversidade quantas pessoas…

Como reais artistas que são, o grande grupo passou para a exploração de alguns desenhos, para o recorte e realização de moldes, abordando a técnica do stencil.


Todos fervilhavam de impaciência para saltar para a rua e colocar a “mão na massa”! Neste primeiro dia houve ainda tempo de brincar com toda a paleta de arco-íris. Velhos e novos, com máscaras e luvas em punho brincaram como se não houvesse manhã. Mensagens de amor, mensagens políticas, jogos do galo, rubricas e assinaturas. E todos utilizaram os seus preciosos stencils em modo repeat. Tudo foi mote para brincar com as cores e latas. Apesar da preocupação com este caos inicial houve real divertimento e colaboração.



Um dos responsáveis por existir esta brincadeira foi a loja CARSPORTIF, que patrocinou as latas coloridas. Uma loja de referência em Torres Vedras, já habituada a incentivar a arte e o artistas urbanos, em terras Torreenses. Um grande obrigado por serem parceiros, e um bem haja à disponibilidade de serem promotores  de  momentos que valem mesmo a pena !! 




Para quem não sabia e passava, opinava críticas de desconhecimento, ou ficavam mesmo parados a olhar para a contagiante descontracção e sorriso na boca de todos, velhos e novos.

No dia 2 D, foi fácil o encontro de novo. As vergonhas ficaram em casa e a arte de todos funcionou como um elo e um acelerador das relações :).



Na busca da mensagem a deixar no muro, surgiram desejos de paz no mundo, o fim da guerra e desemprego, desejos globais, etc… que depois de enorme brainstorming, se resumiram aos desejos para a nossa comunidade. “Valorizem-se as aldeias”, dizia alguém. Surge Torres Vedras como foco, não a cidade mas sim o concelho. E em conjunto surge a mensagem sincera de SONHA TORRES VEDRAS VIVE.



Com satisfação todos recortaram as letras fielmente desenhadas pelos profissionais. No muro, com as latas adormecidas, foi um trabalho mais árduo de precisão que seguiu, com rolos e pincéis bem carregados de branco celestial.

Com casacos, cabelos, dedos e narizes (quase) pintados, ninguém arredou pé até a obra ficar terminada.



Tirámos uma fotografia de grupo em êxtase, como se tivéssemos mudado o mundo :)!

Agora aquele muro nunca mais será o mesmo e nós também não.



Tenho o prazer de todos os dias que lá passo, encontrar vestígios do meu gato. Passo os olhos por todas as pinturas para lá chegar. Só vejo a cauda, mas não me importo porque todos que participaram têm um bocadinho lá, e há realmente espaço para todos!

Esta é o presente de Natal de alguns Torrienses para a cidade de Torres.



Rita Pinheiro, Cooperativa Cowork


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A Contadora de Histórias...


Como qualquer criança, de boa e feliz infância, madrugava aos sábados e domingos para se colar ao ecrã da televisão para aquelas saborosas sessões de animação (certamente que todos conseguimos rever-nos nesta situação ;) ).

Para além da animação, Vanessa também cresceu com o bichinho das histórias. Cresceu a ler clássicos da literatura britânica, como os contos de Edgar Allan Poe, "Wuthering Heights", "Alice in Wonderland", "Great Expectations", "The Great Gatsby", entre outros... e os contemporâneos autores Neil Gaiman ("Neverwhere", "Sandman", "Good Omens") e Terry Prattchet ("Good Omens", "Discworld").

Desde muito pequenina que a sua imaginação voava para outras realidades repletas de heróis, princesas e dragões... Ainda hoje, ao ouvir música consegue alcançar um estado de embriaguez criativa capaz de a transportar para míticas aventuras.








Nascida em Lisboa, criada no berço da aviação - Alverca do Ribatejo, Vanessa desenvolveu desde muito cedo uma enorme paixão por ilustração.

Aos 14 anos de idade, com o talento inato a correr nas veias, já esboçava as suas obras. Orgulhosa da sua criação, o desejo de mostrá-la ao mundo era um sonho incansável. A possibilidade de trocar ideias, experiências e receber feedback on-line de outros ilustradores era um desejo muito almejado. Para tal, Vanessa viu-se forçada a aprender a criar websites. Entretanto, conheceu alguns outros ilustradores e juntos deram à luz uma comunidade on-line.

Portfolio enquanto ilustradora (amadora): http://vnobre.carbonmade.com


Enquanto adolescente, sentiu um grave fraquinho pela animação nipónica, o que levou Vanessa a organizar alguns eventos relacionados com animação e banda desenhada japonesa (anime e manga).

Foi ainda editora de participante em fanzines de banda desenhada ao estilo manga, realizados por diversos autores portugueses.

Concluídos os estudos na Escola Secundária Artística António Arroio, chegou a altura de candidatar-se à universidade, aquela altura onde temos de tomar uma decisão tão importante como o que queremos da nossa vida. Foi aqui que a Vanessa deparou-se com uma realidade: aquilo que amava fazer, aquilo que a fazia feliz, não tinha saída e considerava não ser rentável apostar nessa área.




Desde os 17 anos de idade que é freelancer. A experiência aliada à necessidade, coagiram a “nossa” coworker a construir websites para empresas, grupos e associações.

E foi com base nesta sua especialidade que decidiu candidatar-se a um curso de multimédia.

Licenciatura: Novas Tecnologias da Comunicação, na Universidade de Aveiro.

Vanessa sempre se demonstrou bastante autodidacta. Aos 14 anos já sabia fazer websites estáticos. Apenas aos 18 anos, altura em que entrou na universidade, é que aprendeu a construir websites dinâmicos com acesso a base de dados.

Fez parte do programa Microsoft Student Partner. O mesmo programa foi descontinuado em Portugal desde então.

Mestrado: Comunicação Multimédia, na Universidade de Aveiro.
Como projecto de dissertação elaborou um portal de negócios on-line (aplicação que permite elaborar um plano de negócio com tutorial).

A dissertação foi adiada devido ao trabalho, durante 3/4 anos.



O seu histórico profissional iniciou em simultâneo com a fase académica:
- Criou uma página pessoal relativa a trabalho web (encontra-se de momento desactualizada) http://www.vanessanobre.com
- Durante o mestrado foi estagiária na PT Comunicações e integrou num grupo como investigadora, web designer & developer dos Laboratórios Sapo, da Universidade de Aveiro, onde desenvolveu software para televisão interactiva e software para social iTV (aplicação que permite interagir via chat enquanto se vê televisão).

Demitiu-se do Laboratório Sapo, por não se identificar com o projecto em que se inseria. A sua paixão esteve sempre virada para as artes.


Eventualmente, durante a universidade, parou de desenhar. Acontecimento que a deixou desmotivada perante qualquer outra actividade...


Desde há muito tempo que existe o preconceito de a programação e o design não combinarem. Diz-se que não existe ninguém que consiga fazer ambos ao mesmo tempo. Vanessa sentia que quanto mais fazia programação mais se afastava da arte.


Foi para Lisboa... trabalhou meio ano numa agência de publicidade mas infelizmente os trabalhos de multimédia eram escassos e pouco desafiantes.


Optou por ficar como freelancer a tempo inteiro para poder escolher os projectos em que iria trabalhar, como o Ingreme (http.//www.ingreme.com/v2/flash/#/pt/nean).


Por recomendação de amigos, surgiu a oportunidade de trabalhar na Blue Fountain Media (empresa sediada em Nova Iorque), para a qual trabalha remotamente há 1 ano até ao presente momento.






A experiência tem sido boa mas decidiu tomar o passo de seguir as suas paixões:

- story telling
- ilustração
- animação

Vai tirar algum tempo para construir portfolio de animação para mudar o seu rumo profissional. Revê-se na frase que Neil Gaiman outrora disse:


"[Neil Gaiman] will eventually grow up and get a real job. Until then, will keep making things up and writing them down."



Quando se sente mais em baixo, enquanto faz programação, ouve áudio-books e bandas sonoras de animação. Assim, consegue ter os dois mundos presentes ao mesmo tempo para não perder a sua identidade...


Em meados de Setembro conseguiu dar um grande passo em direcção àquele que será o seu futuro: assistir a um evento denominado "Trojan Horse was a Unicorn", onde esteve cara a cara com ilustradores da Pixar.


A curto prazo o plano é afastar-se da área de web development com vista a retomar um percurso criativo na área do storytelling, animação e aventuras gráficas. Prevê iniciar os estudos de animação e preparação do portfolio nesta área em 2014.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Tique... Taque...


Esta história, não começa em lado nenhum...


Fala do tempo, relógio, tique-taque, incómodo, batalha, lápis, imaginário e momentos :)


Fala da Maria que não vivia no País das Maravilhas. Vivia numa terra, para lá dos longes, que funcionava com o mistério dos tique-taques.






Ninguém sabia como, mas esta terra existia, verdade verdadinha!


Tudo naquela zona funcionava, por contagem, contagem de momentos, contagem de segundos e de milissegundos. Sejam clepsidras (relógios de água) sejam ampulhetas para todos os gostos, até para olhar para o sol existiam lentes especiais que contavam o tempo que foi e o tempo que falta. Toda a cidade se erguia num monstruoso sistema de engrenagens que a faziam funcionar a todo gás e vapor! O tempo era o futuro e o presente era para controlar!


A Maria vivia na rua das Roldanas, na famosa Terra do Tique-Taque. Ouviu desde pequena, “mete as lentes Maria, o tempo é para controlar”.


A Maria vivia meio aborrecida neste terra fastidiosa, que vivia para o futuro. Só se divertia de vez em quando no quarteirão 60 onde havia uma cultura de bombas relógio. Ao menos via alguma coisa arrebentar e chegar ao seu termo.






Mas o pior de tudo mesmo, era o barulho; TIQUE-TAQUE, TAQUE-LARI, LARI-TIC-TIC. Maria usava uns mega tampões de feltro que lá engoliam algum do ruído e faziam os dias menos incomodativos.


Mas como as histórias do imaginário, têm sempre grandes contravoltas, a Maria, a nossa protagonista, um dia quis aproveitar o instante, sem pensar no depois, no que vinha a seguir. Primeiro abriu guerra aos relógios lá de casa, com martelos e ferramentas, abriu, desmanchou e martelou, até todos os relógios conseguirem parar de vez.


Respirou fundo e ainda ouvia alguns tique-taques bem ao longe como se tivessem dentro da barriga de um maldito crocodilo :p


Ao olhar para o chão do seu quarto e o lindo trabalho destrutivo que fez, reparou que na azáfama da batalha contra–relógio, ao lado do martelo e das ferramentas do avô, estavam 3 lápis bem coloridos com um caderno antigo do avô.


Ao desfolhar, viu que o avô desenhava criaturas, personagens, cenários lindos de morrer. Ao chegar ao meio do caderno, viu que o avô tinha uma mensagem para si. Porque não experimentas??


A Maria, pegou nos lápis e nunca mais ouviu os malditos tique-taques. :)






sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Sinergias


No passado sábado, dia 2 de Novembro, a Cooperativa Cowork teve o prazer de abrir as portas ao maior e, atrevemo-nos a dizer, melhor evento de moda alguma vez visto em Torres Vedras – Brechô Styling (Open) Day.

As três grandes estrelas que brilharam incansavelmente e iluminaram o evento estão mais que parabenizadas pelo seu sucesso!

- Brechô Styling Shop, loja de roupa em segunda mão
- Érica Ferreira, consultora de imagem
- M’StyLe, produtores de eventos




Tudo começou quando duas pessoas da área da moda, Érica Ferreira (consultora de imagem) e Inês Salgado (proprietária de loja de roupa em segunda mão), se cruzaram no nosso espaço de cowork.

Quase como que dedo do destino, acabaram por partilhar, inclusivamente, a mesma ilha de secretárias. O resultado que daí surgiu foi inevitável: uma união e colaboração sem limites.



É com enorme alegria e bastante orgulho, que anunciamos estas sinergias decorrentes na nossa Cooperativa Cowork. 



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

De executiva a consultora de imagem...


Nas memórias mais remotas, já reinava no seu imaginário infantil o assalto ao armário das roupas da mãe! Os saltos altos, onde os seus pezitos baloiçavam… as divertidas pinturas faciais, para um jogo de faz de conta, onde Érica vivia no mundo dos crescidos.

Só faltava mesmo encontrar o biscoito mágico da Alice, no país das maravilhas, porque o desejo era enorme de crescer bem depressa!!





De nacionalidade Angolana, viveu em Benguela até aos 18 anos, com o desejo de ser médica.

Curiosa pelo desconhecido e no fundo de crescer, deixou a sua terra natal para mergulhar no admirável mundo novo, mais urbano e agitado, da cidade de Luanda.

Ingressou na faculdade, no curso de direito, acompanhada da sua irmã, onde porém não se encaixou! O seu pragmatismo e espírito prático, afastaram-se, na sua opinião, do cinzentismo daqueles manuais de legislação, densos e maçudos!

Curiosa e apaixonada pela busca e exploração das suas competências, teve diversas experiências profissionais, como trabalhadora–estudante.




Trabalhou como administrativa na PricewaterhouseCoopers. Foi desbravando o mercado de trabalho, com destacado profissionalismo, surgindo propostas cada vez mais desafiantes, acabando por integrar o Banco Comercial de Angola. Durante o seu primeiro ano de trabalho e devido a todo o seu potencial, foi convidada a ser gestora de clientes premier. Teve experiência de ser subdirectora de balcão noutro banco ascendendo a directora.

Motivada, pelo reconhecimento, foi aprender outra vez… e iniciou o curso de gestão de empresas, na Universidade Metodista de Angola. E quando tudo parecia estar bem… ficou ainda melhor!

Encontrou o amor também nesta cidade e a família cresceu :) , nascendo o seu primeiro rebento. Com a azáfama da maternidade, exigências profissionais, acaba por deixar em standby o curso universitário.




Aliado ao mundo empresarial, financeiro e de gestão, a Érica desenvolveu outra faceta reconhecida pelo seu círculo de amigas.

Com a paixão pelo mundo da moda, as suas tendências, associadas à importância da feminilidade e apresentação pessoal, Érica além de se vestir com carisma e ser dona de uma beleza doce, nos momentos de coffebreak, desdobrava-se em conversetas informais, onde com originalidade, dava opiniões, conselhos e sugestões sobre o look das suas colegas, acabando por ser reconhecida neste papel e fazer a diferença na vida das mesmas.


Surge o desejo de reformular o seu caminho! Pediu uma licença sem vencimento no banco e dedicou-se de corpo e alma à sua grande paixão e vocação - moda e imagem pessoal.

Apostou na formação: frequentou cursos on-line, presenciais (ministrados pela Design School Southern Africa), workshops, formações… Já com a devida formação e segurança para demonstrar os seus conhecimentos, começou a fazer consultoria ao domicílio, visto que em Angola não existia ainda este tipo de serviço personalizado. Pelo meio consultou governadoras, médicas, advogados, noivas… no fundo, mulheres bonitas em busca de um empurrãozinho para serem mais felizes!




Decepcionada com a qualidade de vida em Angola, e desiludida com as limitações do país, lançou-se mais uma vez à aventura e embarcou para terras portuguesas. Eis que o seu fado foi mesmo Torres Vedras!

Vive por cá há dois anos e gosta de cá viver  : )
Desde logo fez a sua pesquisa de mercado e percebeu que esta cidade era virgem e fértil para o desenvolvimento de um projecto relacionado com a consultoria de imagem. Definiu metas e começou a dar palestras e workshops num centro de formação e numa clínica de estética.





Com vontade de fazer o seu projecto crescer a Érica começou a trabalhar na Cooperativa Cowork. Tem um gabinete bestial e uma versatilidade de serviços que apostam na Felicidade Feminina!

Dentro dos seus serviços, encontramos:

  • consultoria de imagem, 
  • reestruturação de guarda-roupa, 
  • personal shopper
  • books fotográficos, 
  • entre outros…
…Também consta a  


happy hour
 grupo de amigas + chá das 17h + consultoria à mistura!

As meninas da Cooperativa Cowork estão mortinhas para experimentar! :)


Neste momento, frequenta o curso de contabilidade e administração, no ISPO; e o curso de personal shopper na Escola Internacional de Moda em Lisboa.






Na realidade, aquilo que a faz feliz é ver os outros felizes. Como? Começando pelo exterior. Uma mulher bonita é uma mulher feliz. Uma mulher que consiga entender quais os seus pontos fortes e aprender a tirar partido deles é uma mulher concretizada e logo, feliz.


Para conhecer e saber um pouco mais sobre o trabalho da Érica pode visitá-la:
- Blog
     - Rua Dr. Gomes Leal nº3A, 2560-331 Torres Vedras

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Testemunho de quem passou por cá...


"Agradeço desde já à Cooperativa Cowork por me dar a oportunidade de partilhar o espaço e o ambiente durante a semana da Open Week. Sempre tive a curiosidade de ter uma experiência cowork e posso-vos acrescentar que não fiquei de todo desiludida. Gostei muito e a ideia/conceito sem dúvida que é óptimo/a.


As pessoas são simpáticas, acolhedoras e acessíveis.

Ambiente descontraído e nem por isso menos profissional.
(Até têm uma máquina de café que não dá troco, mas dá crédito!)

Gostei imenso da ideia/iniciativa do pequeno-almoço partilhado de quarta-feira (às 9:30h), aberto a todos - por isso não se acanhem, levem alguma coisa para roer ou beber e apareçam! De certeza que serão bem recebidos.


Espero conseguir visitar/encontrar-vos brevemente.

Beijinhos grandes e sucesso para o cowork e para os coworkers!"





Carla Pardal, arquitecta


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Open Week


Se tens curiosidade em saber como será trabalhar na Cooperativa Cowork, esta é a tua oportunidade!

Entre os dias 23 e 27 de Setembro, vem experimentar coworkar connosco, sem qualquer compromisso.


Estamos de portas abertas das 9h às 19h. 






segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Concurso de Ilustração




Com o mote "Liga-TE ao Mundo", desafiamos todos os artistas a aceitar este desafio ilustrativo. O concurso pretende estimular a participação de todos os interessados na criação da ilustração de uma parede do nosso espaço lounge.

Para os interessados, podem consultar todo o regulamento aqui.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Mensalidade a metade do preço!



Durante o mês de Agosto, os novos coworkers, podem usufruir de um posto de trabalho a metade do preço! 


1 posto de trabalho + salas de reunião + Wi Fi + 
telefone + espaço lounge + networking




Agarrem esta oportunidade!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O nosso Coworker Bruno que corre o Mundo de lés a lés!!


Natural de terras Torreenses, completamente enraizado nesta pequena cidade, veio a descobrir-se um grande AVENTUREIRO.

Um rapaz simples mas de grandes paixões que saltitam entre o futebol, a música, a escrita e… os  sapos (a explicação de tal fetiche é mesmo para quem privar com ele :) ).




Aluno notável e de notas brilhantes, sempre com uma aptidão particular pelo universo Matemático. 

Com uma grande criança latente dentro de si, com as incertezas típicas da idade de jovem pré-Universitário, o Bruno queria experimentar o ambiente académico das cidades de Évora e Coimbra. 

Optou ficar por perto… ingressando na Universidade Técnica de Lisboa, no curso de Matemática Aplicada e Computação. A inquietação de se atirar para longe ficou num pequeno standby J

A 1ª vez fora da cidade Natal, este foi o primeiro grito EPIRANGA do Bruno, sendo uma experiência que o Bruno reconhece, como o início da sua independência .  A universidade foi como a primeira peça de dominó a cair… no seu itinerário de viagens e descobertas além-fronteiras!




Na universidade surgiu a hipótese de fazer Erasmus. Destino: Aalborg, Dinamarca onde passou 6 meses da sua vida. A experiência, como seria de adivinhar, foi indescritível! Aproveitando a maré nórdica, Bruno “remou” numa roadtrip e foi aqui que o bichinho da aventura mordeu o nosso coworker, acabando por (re) descobrir uma das suas grandes paixões – viajar.

Estágio concluído, Bruno volta a Portugal e termina a sua licenciatura com uma média surpreendente. Fresquinho e acabadinho de sair da universidade, candidata-se a um estágio no BPI – que mantem uma parceria com o instituto superior técnico a fim de receber estagiários. 

No seu percurso profissional, dá os seus primeiros passos durante 6 meses como estagiário na Direcção de Marketing Estratégico, no BPI, a fazer modelos de propensão. Sendo awesome naquilo que faz, o contracto passou de 6 meses para 5 anos e acabou por sair da empresa sendo o profissional mais maduro e experiente que lá se encontrava.

A sua vontade de viajar e conhecer mundo nunca o largou. Em todas as férias que tirou, o Bruno viajou tanto quanto conseguiu. Fez 3 InterRail, percorreu quase toda a Europa e passou um mês na América do Sul.




Passados os tais 5 anos, Bruno sentiu a necessidade de inovação e progressão profissional. Ligado às pessoas e às importantes aprendizagens que tinha feito, não gostava da sensação de ter um carimbo na testa a dizer que SÓ sabia fazer modelos.

Surgem novas propostas, na área de cobranças de crédito. Bem remunerado, esta experiência profissional não preenchia as suas medidas e não acalmava inquietações. Encheu o peito de ar, e num ato de (consciente) coragem, demitiu-se após 10 meses de cobranças, e foi viajar :)
 
Palmilhou Marrocos e Moçambique durante algumas semanas, mas acabou por “estacionar” 3 meses nos Estados Unidos. Esta foi, sem dúvida alguma, o maior e melhor misto de vivências que lhe podia ter acontecido. Momento de pura auto-descoberta e crescimento pessoal. Este momento acabou por ser tão inspirador que o Bruno passou das matemáticas para as letras e decidiu passar as suas mil e uma aventuras para as páginas de um livro. (ainda em processo de construção mas estão todos convidados para apresentação algures no tempo e espaço da sua obra! :) )





Acabada a sua “viagem espiritual” voltou para Portugal onde lhe esperavam boas notícias: tinha sido aprovado para um estágio INOV. Sendo o local do estágio atribuído de modo completamente aleatório, pós o “rufo de Tambores” , surge o destino Miami.

Rodeado de mar e de sol, o Bruno trabalhou para o IDC – empresa de estudos de mercado mundial na área de tecnologia de informação. A empresa, a sua cultura, as pessoas que lá trabalhavam, foram ingredientes fundamentais para a felicidade e bem-estar do Bruno. O fermento para este bolo, foi o projeto interessante que lhe atribuíram, que cresceu e cresceu e  6 meses não chegaram para o concluir. No entanto, Bruno regressou para casa com a promessa de um contracto para concluir aquilo que iniciou.

Hoje, continua a trabalhar no IDC mas em Portugal, na cidade Natal, sendo orgulhosamente um Coworker da nossa Cooperativa Cowork!!  As saudades que tem do tempo atmosférico de Miami fazem comichões, mas o Bruno compensa tudo com os benditos pastéis de feijão de Torres Vedras! Já todos engordámos umas gramas à conta do Bruno J !

No futuro, o Bruno vai palmilhando caminho, com a abertura a novas experiência e reconhecido profissionalismo.

No presente vive com a filosofia de ser feliz e fazer os outros felizes, estar bem consigo próprio e com o mundo.

Quanto às viagens, já percorreu 40 países…e a sua alma ambulante quer chegar ao Sudeste Asiático. 
 


 
E a ti te dedicamos:

Viajar! Perder países!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente! 
(Fernando Pessoa)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Apresentação Pública da Casa das Trocas



A Casa de Trocas de Torres Vedras (Kyosk Believe) é uma ideia do projecto Believe in Portugal, Up Lab e Bmarca Arquitectos, em parceria com a Câmara Municipal de Torres Vedras e com diversas instituições, associações e organizações do concelho de Torres Vedras, tais como: Cooperativa Cowork Torres Vedras, Académico de Torres Vedras, .Xpression Architecture (Atelier de Arquitectura), Colchões Bom Repouso, Gabinete Centro Histórico de Torres Vedras, Rede Social de Torres Vedras, Plataforma de Acção Fotográfica, Estufa Plataforma Cultural, Associação Cultural Coração de Malaca, Junta de Freguesia de A-dos Cunhados e Psicologia Infantil e do Adolescente.




Esta casa consistirá na recuperação e decoração do edifício Bom Repouso (junto ao chafariz dos Canos em Torres Vedras) com a finalidade de promover nesse mesmo edifício, actividades, eventos, workshops, alojamento e refeições totalmente à troca, sem utilização de dinheiro. Os espaços a reconstruir e decorar são: oficinas, loja de trocas, sala de estar, quartos camaratas, quartos múltiplos, sala de eventos, cozinha comunitária, casa-de-banho, sótão e quintal/esplanada.



A Casa de trocas visa a inclusão de projectos e organizações sociais sendo a cultura o elemento de ligação das diversas componentes criativas e para isso, convida toda a comunidade, local ou não local, a participar desta dinâmica, contribuindo com os recursos que tenha disponíveis e/ou que sejam necessários, sempre numa atitude de troca e partilha. Poderão por exemplo ajudar na decoração da casa, na disponibilização de recursos humanos e/ou materiais, de serviços, de formações, alimentação, etc.



Uma ideia de todos e para todos! A não perder de vista!




Por isso, no dia 20 de Julho, vai decorrer na Cooperativa Cowork Torres Vedras uma apresentação da casa das trocas, um espaço multiusos onde o dinheiro não é bem-vindo.


 
Apareçam!  ; )