terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

CONTA-ME COMO FOI , com José Henriques



A noite começou tranquila numa pequena ode ao amor “DO what you love, love what you DO” a colorir as paredes e o cheiro bom das comidas da Ana dos Moinhos da Capucha, que faziam promessas de uma noite plena. 
O pontapé de partida começou com as várias lufadas de ar fresco, que a Raquel Luz (do gabinete de apoio às empresas da CMTV) nos deu, ao reforçar algumas das boas práticas empresariais relacionadas com a responsabilidade social.

Enquadrada numa semana dedicada à sensibilização e encontros sobre esta temática, fiicou a importante promessa de replicar edição.

Este não poderia ser o melhor mote para acolher o José Henriques, na sua doce presença que com todo entusiasmo não se sentou no sofá e nos contou como foi. 



Numa atmosfera de escutismo, o José viajou aos tempos de infância e aos obrigados especiais do legado transmitido pelos seus pais. 
 
Percebemos, que os primeiros, segundos e terceiros passos vieram sempre marcados por uma caminhada cheia de significado nos escuteiros da Freiria. 

Ainda jovem, o José fala da semente do empreendedorismo, da iniciativa e cooperação alimentada por todas as vivências e relações que cultivou ao longo da vida no agrupamento escuteiros 496 da Freiria. 

Num percurso profissional de excelência, médico oftalmologista e cirurgião de retina e vítreo, constrói equipa e abre clínica oftalmológica em Torres vedras como diretor clínico e dedica-se muito. 

Cresce o trabalho e a entrega e expande na zona Oeste, abrindo clínica em Caldas da Rainha. 

Tudo culmina na abertura do Instituto da Retina de Lisboa, local onde como Diretor Clínico, desenvolve atualmente um trabalho clínico e científico inovador onde é destacado o diagnóstico e tratamento da Retinopatia Diabética. 

O José reforça os valores de cooperação e de trabalho. Sente-se grato pelas experiências que vão sendo o móbil para maior curiosidade e inovação.Sentimos isso. 

Ligado às raízes e a comunidade, traz novos projetos em carteira, de forma a criar mais e maiores respostas para os doentes de Diabetes em Torres Vedras.

Como chefe de escuteiros, chefia também a sua vida e neste conta-me como foi, também houve espaço para o José mais do que dar também receber.

Jovens escuteiras de corpo alma, alinhadas com muita maturidade no sofá, partilharam a admiração e o afeto que sentem pelo seu chefe, pedagogo e amigo. Ficou-me que na vida os problemas são como sanduíches, onde o pão é o que temos de bom e o fiambre e manteiga são as nossas vulnerabilidades. Temos que apertar com força o pão para o bom ser mais forte! 




A Coop está grata! Obrigada José. 
Obrigada a todos!
O último Obrigada vai para os donativos solidários que todos deram para o GLAV (Gabinete de Apoio à Vítima de Torres Vedras).


Sem comentários:

Enviar um comentário